Energia Certa Digital
O primeiro Banco de Energia e Cooperativa de Créditos de Carbono do Brasil
Invista em energia solar sem instalar placas. Receba créditos digitais, economize até 30% na conta de luz e contribua para um planeta mais sustentável.
15-30%
Economia na conta
R$ 0
Instalação
100%
Digital
CO₂
Evitado e Acumulado
Banco de Energia
Comercialize créditos já gerados e ative quando quiser
Banco de Carbono
Converta CO₂ evitado em ativos e receita extra
Trivago da Energia
Sempre o melhor preço do mercado para você
Cooperativa
Você é dono, não cliente. Lucros compartilhados
Como Funciona na Prática
Do investimento até a economia na sua conta - passo a passo visual
Você Investe
Compra créditos de energia já gerados pela cooperativa
Crédito Registrado
Crédito já existe e está legalmente na distribuidora
Você Ativa
Quando quiser (até 60 meses), ativa o desconto
Você Economiza
Desconto direto na conta de luz todo mês
Caso do João Silva
Residência em Belo Horizonte - MG
💡 Flexibilidade Total no Investimento
Você NÃO é obrigado a comprar créditos para cobrir 100% do consumo! Pode investir a quantidade que quiser, quando quiser: investimento único anual, mensal ou esporádico. Total liberdade!
Distribuidora (Cemig)
Solar Comum
Nossa Cooperativa
🌱 Como o Desconto de CO₂ é Calculado
CO₂ Evitado (Fator Oficial)
1000 kWh (1 MWh) × 0,0385 tCO₂/MWh (MCTI 2023) = 38,5 kg de CO₂
💡 Matriz brasileira é limpa (hidro + renovável), por isso CO₂ evitado é menor que países fósseis
Valor de Mercado Voluntário
0,0385 toneladas × R$ 50/tonelada (preço conservador) = R$ 1,93/mês
📊 Preço pode variar de R$ 50 a R$ 200/t conforme mercado e certificação
Benefício ao Cooperado (35%)
O cooperado recebe 35% do valor de mercado = R$ 0,67/mês de desconto
🎯 Os 65% restantes vão para custos operacionais, certificação e reserva da cooperativa
não apenas do CO₂. O CO₂ é um complemento de margem + diferencial ESG!
💰 Economia do João Silva
Ative Quando Quiser
Você compra hoje e ativa quando for mais vantajoso. Controle total sobre seus créditos!
Detalhes sobre validade e prazos na seção "Planos e Preços"
Planos de Cotas para Cooperados
Escolha o plano ideal para o seu perfil de consumo
Residencial Básico
Ideal para apartamentos pequenos
💰 Economia Mensal Detalhada
Residencial Padrão
Ideal para casas e apartamentos
💰 Economia Mensal Detalhada
Residencial Plus
Ideal para casas grandes
💰 Economia Mensal Detalhada
Comercial / Industrial
Ideal para empresas e comércios
💰 Economia Empresarial
Para empresas, a economia é proporcional ao consumo. Veja um exemplo detalhado com cálculo completo na seção "Como Funciona na Prática" (exemplo de 1000 kWh/mês).
Informações Importantes
- Validade: Todos os créditos têm validade de até 60 meses (5 anos) após a injeção
- Flexibilidade: Ative seus créditos quando desejar, sem taxa de ativação
- Legal: Operação 100% dentro da Lei 14.300/2022 e RN ANEEL 1.059/2023
- Transparência: Contrato de cessão de crédito disponível antes da adesão
- Cooperativa: Não constitui venda pública de energia - apenas entre membros
Como Funciona o Banco de Energia
Um modelo inédito que transforma créditos de energia em ativos digitais
Diferencial Revolucionário
"Enquanto o mercado injeta primeiro e cobra depois, nós comercializamos primeiro e injetamos quando o cliente quiser."
Como Funciona
1. Geração e Registro
A cooperativa gera energia solar e injeta na distribuidora. Os créditos são legalmente registrados no sistema.
2. Comercialização Antecipada
Diferente do modelo convencional, vendemos o direito de uso do crédito antes da injeção, criando liquidez.
3. Ativação Flexível
O cooperado ativa o desconto quando desejar (até 60 meses), com total controle e flexibilidade.
Por que isso é revolucionário?
O crédito já existe e é legalmente registrado
Comercialização apenas entre membros da cooperativa (legal e seguro)
Cooperado paga pelo direito e ativa quando quiser
Cria liquidez e flexibilidade energética dentro da cooperativa
Quer ver o passo a passo completo?
Veja o processo detalhado em 4 passos com exemplo real na seção "Como Funciona na Prática", incluindo cálculo de economia e demonstração de CO₂.
Ver Passo a Passo CompletoPor que Cooperativa?
Propriedade Coletiva
Você é dono. Não há investidores externos querendo lucro máximo às suas custas.
Gestão Democrática
Cada cooperado tem voz. Decisões importantes são votadas pela assembleia.
Distribuição Justa
Benefícios e resultados distribuídos proporcionalmente entre cooperados.
Transparência Total
Obrigação legal de prestar contas e manter transparência financeira.
Banco de Créditos de Carbono
Transformando impacto ambiental em receita compartilhada
Quer entender como funciona a monetização de CO₂?
Veja o cálculo detalhado com exemplo prático na seção "Como Funciona na Prática", incluindo fatores oficiais MCTI/EPE, valor de mercado e benefícios aos cooperados.
Ver Detalhamento CompletoO "Trivago da Energia"
Encontramos o melhor preço de energia para você
Como Funciona o Comparador
A cooperativa monitora constantemente os preços do mercado e compra em bloco (CME ou contratos diretos com geradores), garantindo sempre o melhor custo do kWh para os cooperados.
Comparação em Tempo Real
GD Solar Cooperativa
Mercado Livre
Híbrido (Mix GD + Livre)
Distribuidora (Cemig)
Simule Sua Economia
Transição Energética 2026–2027
Preparados para o futuro da energia no Brasil
GD Plena
Operação total com compensação de energia via Geração Distribuída
2027
Transição
Redução gradual dos benefícios GD + Avanço do mercado livre
Mercado Livre
Central de compras coletivas + Melhor preço do mercado
Cronograma Anual Detalhado
Geração Distribuída Plena
100% dos benefícios da compensação de energia garantidos pela ANEEL
- Créditos válidos por 60 meses
- Economia média 25-30%
- Cooperativa em plena operação
Início da Transição
Primeira redução nos benefícios da GD + abertura gradual do mercado livre
- GD continua válida (≈85% dos benefícios)
- Início das negociações no mercado livre
- Cooperativa negocia contratos em bloco
Operação Híbrida
Dupla operação: GD remanescente + compras coletivas no mercado livre
- GD reduzida (≈70% dos benefícios)
- Mercado livre expandido
- Cooperativa oferece melhor mix
Mercado Livre Total
Central de compras coletivas da cooperativa no mercado livre de energia
- Compras em escala = melhor preço
- Negociação direta com geradores
- Economia mantida ou ampliada
Nossa Estratégia de Adaptação
Garantia de Continuidade
Lei 14.300/2022 garante GD até 2029
Dupla Operação
Créditos GD + Mercado livre simultaneamente
Inteligência de Compra
Negocia em volume para melhor preço
Poder Coletivo
Quanto mais cooperados, maior o poder de barganha
Projeção de Crescimento Energético
| Ano | Energia Mensal (kWh) | Economia CO₂ (t/mês) | Receita CO₂ (R$/mês) |
|---|---|---|---|
| 1º | 30.000 | 18,0 | R$ 2.160 |
| 2º | 100.000 | 60,0 | R$ 7.200 |
| 3º | 250.000 | 150,0 | R$ 18.000 |
Prepare-se para o Futuro
Faça parte da cooperativa que está pronta para qualquer cenário regulatório
Casos de Sucesso Globais
Modelo já validado em dezenas de países
Power Ledger
Austrália
Plataforma blockchain para negociação de energia. Operando desde 2016 em 10+ países.
- Blockchain transparente
- Pilotos governamentais
- Prêmios de inovação
Brooklyn Microgrid
EUA
Primeira microgrid comunitária P2P onde vizinhos vendem energia solar localmente.
- Comunidade local
- Parceria Siemens
- 20-30% economia
sonnenCommunity
Alemanha
Rede virtual de baterias compartilhando energia. Maior VPP da Europa.
- 70.000+ sistemas
- Pool cooperativo
- Reduz dependência da rede
Vandebron
Holanda
Marketplace conectando consumidores a produtores locais de energia renovável.
- 200.000+ clientes
- Transparência total
- Crescimento 30%/ano
E no Brasil?
Tecnologia: ✅ Validada globalmente
Mercado: ✅ 90 milhões de unidades consumidoras
Regulação: ✅ GD permitida desde 2012
Gap: ❌ Nenhuma plataforma digital acessível
Oportunidade gigante:
Ser o primeiro a integrar tudo isso numa cooperativa digital brasileira.
O Momento é Agora
Falta apenas: Alguém executar no Brasil. Essa é nossa oportunidade.
Projeções e Sustentabilidade
Crescimento sustentável com impacto mensurável
Crescimento Projetado (3 Anos)
Ano 1
Ano 2
Ano 3
Distribuição de Receita (Ano 3)
Impacto Ambiental Acumulado
Retorno do Investimento
Tecnologia de Ponta
Segurança, escalabilidade e experiência do usuário
Backend
- ✓ PHP 8.2+ moderno
- ✓ MySQL 8.0 escalável
- ✓ Redis para cache
- ✓ APIs RESTful
Frontend
- ✓ HTML5 + CSS3
- ✓ JavaScript ES6+
- ✓ Design responsivo
- ✓ PWA (App instalável)
Infraestrutura
- ✓ AWS / Google Cloud
- ✓ Auto-scaling
- ✓ CDN global
- ✓ Backup automático
Segurança em Primeiro Lugar
Seus dados e investimentos protegidos com as mais avançadas tecnologias de segurança
Criptografia
- • TLS 1.3 (HTTPS)
- • AES-256 em repouso
- • Senhas com bcrypt
Autenticação
- • 2FA (dois fatores)
- • Tokens JWT
- • RBAC (controle de acesso)
Proteção contra Ataques
- • WAF (Firewall)
- • DDoS Protection
- • Rate limiting
Compliance
- • LGPD compliant
- • PCI-DSS (pagamentos)
- • Auditoria contínua
Dashboard do Cooperado
Visão Geral
Saldo, geração, economia e ranking em tempo real
Gráficos Interativos
Visualize sua geração e economia de forma clara
Impacto Ambiental
CO₂ evitado, árvores equivalentes e certificados
Transações
Histórico completo e transparente de créditos
Notificações
Alertas de geração, economia e novidades
Relatórios
Exporte relatórios mensais e anuais em PDF
Performance e Escalabilidade
Roadmap de Implementação
Jornada de 3 anos até a operação em escala nacional
Fase 1: MVP
Outubro - Dezembro 2025 (3 meses)
Objetivo
Criar e validar o conceito com plataforma funcional básica
Entregáveis
- ✓ Plataforma funcional (beta)
- ✓ 50 cooperados cadastrados
- ✓ 1 usina parceira integrada
- ✓ Sistema de pagamento PIX
Fase 2: Piloto
Janeiro - Abril 2026 (4 meses)
Objetivo
Escalar para 500 cooperados e validar operação
Entregáveis
- ✓ 500 cooperados ativos
- ✓ 3 usinas parceiras
- ✓ App PWA lançado
- ✓ Programa de indicação
Fase 3: Expansão
Maio 2026 - Dezembro 2027 (20 meses)
Objetivo
Crescimento regional e certificação de carbono
Entregáveis
- ✓ 5.000 cooperados
- ✓ Certificação I-REC/Verra
- ✓ Marketplace de CO₂
- ✓ Parcerias distribuidoras
Meta 2027
Leis e Normas que Autorizam o Projeto
Fundamentação jurídica completa baseada no Marco Legal da GD e regulamentações da ANEEL
1 — Leis e Normas que Autorizam o Projeto (Resumo Prático)
1.1 Lei nº 14.300 / 2022 — Marco Legal da Micro e Minigeração Distribuída
📋 O que diz (em poucas palavras):
Institui o marco legal da micro e minigeração distribuída (GD), regula o Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE) e permite arranjos de geração compartilhada (consórcios, cooperativas, etc.). Formaliza e atualiza a estrutura normativa da GD.
📜 Trecho relevante (simplificado):
"A lei autoriza que consumidores se organizem em consórcios, cooperativas e outras formas de associação para participarem do sistema de compensação e compartilharem geração. (Lei 14.300/2022)."
Explicação simples:
A Lei 14.300 confirma legalmente que uma cooperativa pode reunir usinas/consumidores e gerir créditos de energia dentro de um arranjo — exatamente o modelo "cooperativa digital" que você quer montar.
1.2 REN (ANEEL) nº 482/2012 e atualizações — Base Histórica
📋 O que diz (em poucas palavras):
Estabelece o SCEE (net metering): 1 kWh injetado gera crédito em kWh; esses créditos compensam consumo futuro. Ainda que a REN 482 tenha sido atualizada no tempo, ela é a base histórica das regras de GD.
📜 Trecho relevante:
"O consumidor-gerador terá direito ao crédito correspondente à energia efetivamente injetada na rede da concessionária."
Explicação simples:
Você só pode tratar como "crédito" energia que já foi efetivamente injetada e reconhecida pela distribuidora. Isso confirma um limite importante: crédito = energia já gerada e registrada.
1.3 REN ANEEL nº 687/2015 — Validade dos Créditos (60 meses)
📋 O que diz (em poucas palavras):
Estabelece regras complementares à REN 482, incluindo prazo de validade dos créditos — 60 meses (5 anos).
📜 Trecho relevante:
"Os créditos de energia ativa expiram em 60 (sessenta) meses após a data do faturamento."
Explicação simples:
Qualquer crédito gerado tem prazo máximo de uso — você precisa controlar validade e alertar cooperados para não perderem créditos.
1.4 REN ANEEL nº 1.059/2023 — Definição de Geração Compartilhada
📋 O que diz (em poucas palavras):
Traz (ou formaliza) a definição e regras sobre geração compartilhada — admite participação por consórcio, cooperativa, condomínio, etc. Confirma que arranjos entre consumidores podem existir e como se caracterizam.
📜 Trecho relevante (definição):
"Geração compartilhada: modalidade de participação no SCEE caracterizada pela reunião de consumidores, por meio de consórcio, cooperativa, condomínio..., composta por pessoas físicas ou jurídicas que possuam unidade consumidora com micro ou minigeração distribuída."
Explicação simples:
É a confirmação normativa de que várias usinas/consumidores podem se agrupar e operar créditos dentro da cooperativa — base legal direta para o seu "banco de energia".
1.5 Regras da CCEE / Mercado Livre (quando migrar)
📋 O que diz (em poucas palavras):
Para operar na Comercialização no Mercado Livre (vender energia/contratos), há regras de registro, garantias financeiras, liquidação e medição definidas pela CCEE — você precisa delas se for atuar como comercializadora/varejista.
Explicação simples:
No mercado livre há obrigações adicionais (registro, garantias, regras de liquidação). Se a cooperativa quiser vender energia diretamente no ACL/Mercado Livre, terá que cumprir essas regras (depósitos caução, garantias, registros).
2 — O Que Essas Leis Autorizam na Prática (Passo a Passo)
1. Cadastrar usinas e receber créditos
Usina injeta → distribuidora registra crédito em kWh → esse crédito pode ser gerenciado dentro da cooperativa. (REN 482 / Lei 14.300).
2. Formar cooperativa / consórcio
A Lei 14.300 e a REN 1.059/2023 reconhecem que cooperativas e consórcios são formas válidas de geração compartilhada. Ou seja: você pode criar uma cooperativa que reúna várias usinas e consumidores.
3. Transferir créditos entre membros
A transferência de créditos dentro do arranjo (entre membros da cooperativa) é permitida/prevista — desde que registrada e obedecendo área de concessão. (REN / Lei 14.300).
4. Vender o "direito" ao crédito
Legalmente aceitável vender/ceder direitos de crédito entre membros se: (a) o crédito já existe (está registrado); (b) existe contrato/cessão formal; (c) a transferência é feita dentro do arranjo reconhecido.
5. Usar créditos na fatura quando pedir
A cooperativa instrui a distribuidora a aplicar o crédito ao mês indicado — desde que o saldo exista e a operação cumpra regras de compensação. (REN).
6. Prazo de validade (60 meses)
Todos os créditos têm prazo máximo de 60 meses — controle obrigatório.
7. Migrar para Mercado Livre
Caso a cooperativa passe a comprar/vender no mercado livre (a partir de 2026/27), precisa cumprir regras da CCEE (registro, garantias), mas isso não impede as operações de GD já registradas — apenas adiciona obrigações se for atuar como agente comercializador.
3 — Questões Específicas (Resposta Direta e Legal)
Posso criar sub-cooperativas ou cooperativas entre cooperativas para agregar créditos?
✅ Resposta: SIM
A Lei 14.300 e a REN sobre geração compartilhada permitem organização por cooperativas e consórcios. Você pode estruturar arranjos de participação múltipla (cooperativa principal e sub-arranjos), desde que os créditos sejam registrados corretamente e as transferências documentadas.
Atenção prática:
Cada vez que houver mudança de titularidade ou cessão de créditos, registre na distribuidora conforme regras da concessionária e documente juridicamente (contrato de cessão).
Uma usina pode credenciar mais de uma cooperativa ao mesmo tempo?
📋 Resposta curta: DEPENDE
Depende da divisão do direito sobre a energia. A usina pode atribuir partes (cotas) da sua geração a diferentes arranjos, desde que cada parcela esteja claramente registrada e não seja usada duas vezes. A lei permite arranjos de geração compartilhada; o ponto crítico é não duplicar crédito e manter registro/controle.
O que fazer na prática:
Celebrar contratos claramente delimitando cotas, registrar cedências e manter auditoria para evitar dupla contagem.
Posso vender "direitos" antes de injetar na fatura do cliente (modelo inverso)?
✅ Resposta direta: SIM (com requisitos)
Sim, desde que o crédito já exista (ou seja, já tenha sido gerado e registrado pela distribuidora) — o que você está vendendo é o direito de uso desse crédito dentro do arranjo cooperativo. Vender "crédito" sobre energia que ainda não foi injetada/registrada é arriscado e não encontra respaldo na regulamentação.
Requisitos para segurança jurídica:
- Contrato de cessão formal
- Registro do crédito em nome da usina (origem)
- Documentação da transferência para a cooperativa
- Instrução formal à distribuidora no momento do uso
4 — Trechos Legais para Documentos e Apresentações
Lei nº 14.300/2022 — Artigos-base
"Institui o marco legal da micro e minigeração distribuída e o Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE)."
Cite a lei para mostrar que o projeto se baseia no marco legal nacional.
REN ANEEL 482/2012 (base) — Créditos
"O consumidor-gerador terá direito ao crédito correspondente à energia efetivamente injetada na rede da concessionária."
Provar que créditos são gerados somente após injeção — isso sustenta seu processo operacional (comprar/registrar → disponibilizar → injetar quando o cooperado pedir).
REN ANEEL 687/2015 — Validade
"Os créditos de energia ativa expiram em 60 (sessenta) meses após a data do faturamento."
Evidenciar necessidade de controlar prazo e política de expiração.
REN 1.059/2023 — Geração Compartilhada
"Geração compartilhada: modalidade caracterizada pela reunião de consumidores, por meio de consórcio, cooperativa..."
Demonstrar que cooperativas são modalidade prevista para partilha de créditos.
Regras da CCEE (mercado livre)
"Regras de comercialização e liquidação definem requisitos para quem atua no mercado livre (registro, garantias)."
Justificar a necessidade de preparar compliance para migrar a atividade para o mercado livre.
5 — Checklist Jurídico-Operacional Prático
O que apresentar ao seu advogado / distribuidora
1. Contrato de cessão de créditos (usina → cooperativa → cooperado)
Cláusulas mínimas: identificação, quantidade de kWh, período de geração, cotas, titularidade, prazo de validade, responsabilidades por expiração.
2. Registro junto à distribuidora
Procedimentos para indicar a mudança de arranjo ou autorização para que a cooperativa administre créditos.
3. Política de uso e expiração
Regras internas da cooperativa sobre prazos, agendamento, limites de uso parcial e retorno de saldo.
4. Auditoria e trilha de evidências
Logs de geração, notas fiscais, documentos de injeção, extratos da distribuidora para comprovar origem dos créditos.
5. Plano de migração para mercado livre
Requisitos CCEE (registro), garantias financeiras (depósito caução), sistemas de medição e liquidação.
6. Contrato de monetização de CO₂ (quando for vender créditos de carbono)
Metodologia, evitar dupla contagem, certificadora escolhida (I-REC, Verra, Gold Standard).
6 — Citação Curta e Convincente para Apresentação
"Nosso modelo é amparado pelo Marco Legal (Lei 14.300/2022) e pela regulamentação da ANEEL sobre geração compartilhada (REN). Os créditos só circulam se a energia estiver efetivamente injetada e registrada; nossa plataforma garante contratos de cessão, registro formal e auditoria, seguindo RN 482/2012, RN 687/2015 e as definições de geração compartilhada da REN 1.059/2023. Para operação em mercado livre, seguiremos as regras da CCEE (registro e garantias)."
Compliance Total Garantido
Base legal sólida + Transparência total + Auditoria permanente = 100% Legal e Seguro